Há coisas que parecem simples... mas que quando as tentamos realizar exigem escalar verdadeiras torres de Babel. Conhecermo-nos é uma dessas epopeias. Uma dessas viagens fantásticas, longas e intermináveis. Este blog é uma dessas viagens.
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Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
Projetos de vida a dois

Os filhos são fogos-de-artifício. Deslumbram, emudecem, emocionam, iluminam, embelezam a noite (a vida) de uma forma única. Quem não tem filhos nunca compreenderá o significado profundo destas palavras, não contam os filhos dos amigos, os sobrinhos ou as priminhas.

Os filhos pintam a vida e utilizam todas as paletes da caixa de cor. Pintam do mais branco ao mais negro preenchendo todos os espaços, dos mais intimistas e pessoais até aos das relações e especialmente da relação que (digam o que disserem) passam a dominar: a da mãe com o pai, outrora, a da mulher com o homem. E, antes que venham com as tretices de que não é bem assim, das duas, uma: ou não têm filhos ou têm filhos e não são pais (tema para outro post).

Continuando no registo que dominam a relação… a conquista começa quando ainda nem nasceram, quando ainda nem foram gerados… Começa quando nasce a vontade de receber o filho, insinuando-se num dos membros do casal.

O mais difícil é quando o outro membro não quer repetir a dose. A C. pediu-me que falasse sobre isto aqui no blog e achei um tema fantástico. Talvez até venha a suscitar alguma discussão na caixa de comentários que tem andado adormecida…

É sempre uma situação constrangedora para o casal, uma corrida contra-relógio, um tema que está sempre presente (mesmo que mudo) na mente de quem quer e de quem não quer.

Para mim, o primeiro passo seria tentar entender porque o outro não quer. Tentar ouvir e compreender mesmo o outro lado. Ouvir as razões, sem juízos prévios, sem resposta na ponta da língua, sem recurso a argumentos para convencer, sem comparações, sem chantagens, sem discussões. Com conversas simples, sinceras e abertas. Expor porque se quer o filho, os sonhos em que se acredita, o cenário a 4 em que se gostaria de viver e sim, os próprios medos…

Em segundo lugar, se sentirmos e acreditarmos que conseguimos fazer algo para colmatar eventuais receios que possam existir, para resolver alguma situação pendente que possa ser impedimento, propor um caminho de resolução que abra a porta ao novo filho. E engraçado se descobrirmos que afinal partilhamos os mesmos medos, fortalecendo a cumplicidade e ganhando mais força a dois! E sorte se houver uma dificuldade e conseguirmos ultrapassá-la a dois.

Em terceiro lugar, deixar tempo para que o outro também pense, matute, pondere, avalie se poderá ser possível ultrapassar o que o faz não querer outro filho.

E fazer figas para que queira. Porque alguém vai ficar sempre insatisfeito ao longo de toda a relação e até a pode destruir. Quem quer filhos e não tem porque o outro não quer, vai ficar sempre com esse espinho. Igualmente quem acaba por ter e não queria, em cada birra, crise ou situação complicada vai sempre recordar essa decisão. Por isso, para mim, o segredo é mesmo quererem os dois.

Entendem um pouco mais porque digo que eles dominam a relação mesmo sem terem nascido? A relação é feita por dois elementos e as expetativas dos dois têm de se unir, os sonhos têm que se partilhar e projetos de vida comuns, como os filhos, fazem parte da própria relação e alteram-na para sempre.


sinto-me: Dra Clô
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Porta Aberta por claudia às 16:51
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Quarta-feira, 20 de Julho de 2011
Verdades do coração #1

Não há como fugir. A felicidade de uma mãe é medida na felicidade dos filhos.


sinto-me: Yeap, sou mãe
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Porta Aberta por claudia às 11:04
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Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Deixar de ser criança...

Gostaria de saber quando deixei de me deslumbrar com a magia de um balão colorido. Quando deixei de acreditar nos super poderes dos meus heróis. Quando deixei de sorrir ao ver um bando de pássaros a voar na mesma direcção. Quando deixei de chamar a Lua para desejar boa noite às estrelas. Quando deixei o imaginário de fadas e princesas e bruxas.

Gostaria de saber quando saí daquele mundo infantil onde cada brincadeira desencadeava um sorriso, onde cada salto desengonçado era uma dança. Um mundo em que o amigo era o companheiro das brincadeiras, o que empurrava e abraçava com a mesma intensidade, um mundo que explorava e se multiplicava em cada descoberta.

Gostaria de saber quando deixei de pintar desenhos. De moldar plasticina. De pintar as mãos e as paredes da casa. De deixar migalhas pelo sofá. De fazer xixi na cama. De fazer birras. De pedir uma história. De imitar. De querer crescer.

Gostaria de saber quando perdi a liberdade do egoísmo de um mundo à minha medida, um mundo em que uma bomboca e uma pastilha eram tesouros valiosos, em que os brinquedos me entretinham e projectavam ilusões, um mundo de confortos, carinhos e cuidados infindáveis.

Olho para os meus filhos e sinto-me infinitamente feliz por saber que vivem ainda nesse mundo encantado, tranquilos e exilados. Que cada abraço e beijo lhes dá toda a segurança. Que cada partilha lhes assegura o quão amados e importantes são. O suficiente para se sentirem rei e rainha nos seus mundos cor-de-rosa.

Sim. Porque há fases para tudo. E para mim, ser criança é poder viver como soberano no sonho de cada dia (e ser rei não significa ser ditador).

 

E não venham com a história de que permanece sempre uma criança dentro de nós. Um mágico que já conhece os truques não se deslumbra com a ilusão que provoca, pois não? Pelo contrário, acha é engraçado como consegue enganar os outros...


sinto-me: Já nos 30...
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Porta Aberta por claudia às 15:43
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Parabéns ao meu segundo sol

Ao longo destes dois últimos anos descobri que é possível um céu ter dois sóis e que cada estrela, por mais nova e pequena no firmamento, brilha com luz própria.

O segundo filho é aquele que cresce mais livre, sem os medos e as mariquices que vêm escritas nos livros, é o que sai descalço ou sem casaco, o que come de tudo desde o inicio, o que veste roupa e brinca em 2ª mão, o que aprende imitando... Mas cada sorriso, cada conquista, cada mimo continua sempre especial, simplesmente porque o é.

É o que nos ensina o segundo filho: o milagre da multiplicação. Que o amor se multiplica, não se partilha. Que o colo se alarga, não se divide. Que a alma é como o céu infinito e cada nova estrela só o faz brilhar mais.

E és tu, tu minha tontinha maluca, meu diabrete rebelde, de vontade tão forte, de sorriso tão aberto e doce e maroto, tu de olhar enorme que me descobre a alma e o mundo, de abraço apertado.

“A TiTi faz”... É o que dizes agora sem parar. Mas sabes o que fazes sempre? Pintas novas cores na minha vida, novas gargalhadas no meu sorriso.

Parabéns minha filha por seres assim e assim, me fazeres feliz por ser tua mãe.

 

E o bolo giro que eu fiz para a festinha na escola?


sinto-me: Adoro ser mãe dos meus filhos
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Porta Aberta por claudia às 12:22
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Quarta-feira, 6 de Abril de 2011
Coisas de Mãe

Hoje a pequenita acordou e chamou-me estava eu ainda a sair do banho. Ouvi um “mamã!” logo pelas 7h…

Adoro pegar na bebé ao colo de pijaminha, senti-la aninhar-se no colo, no pescoço e sentir as mãozinhas procurarem a posição de conforto. Adoro senti-la encostada à pele nua. Claro que aproveitei e voltei para a minha cama, com ela agarradinha a mim. E eis que na rotina da manhã, apareceram magicamente uns minutinhos fantásticos, a olhar olhos nos olhos, a balbuciar alguma coisa atrás da chucha, a rirmo-nos com vontade e cumplicidade. Amo estes momentos. Fazem-me sorrir para o resto do dia.

Depois fomos as duas para a casa de banho, e é fantástico vê-la a querer-se pintar e imitar a mãe. E pensar para mim, a mãe sou mesmo eu. Está aqui esta criaturinha linda que me vê como algo a imitar, como um exemplo. E inunda-me uma alegria imensa e ao mesmo tempo o peso brutal da responsabilidade.

Depois foram horas de acordar o mano. E lá se foi o tempo em exclusivo… o mano fez xixi na cama, foi preciso dar banho, vestir, tirar lençóis da cama e pôr a máquina a lavar. E claro que surgem as primeiras birritas do dia… pequeno almoço, vestir, descongelar o jantar, últimos preparativos para a escola, mais uma bolacha (e dedos e boca) de chocolate, correr para o carro e sair…

Mas como dizem, a vida é feita destes pequenos grandes momentos. E hoje aqueles minutinhos reforçaram a minha convicção que tenho tudo para ser feliz. Que realmente aqueles dois são o meu mundo e me mudaram para sempre.

Apesar da vida nem sempre proporcionar tempo para criar e prolongar estes momentos, apesar de ter de ir trabalhar, apesar de ter de fazer tanta coisa num tempo muito menor ao que gostava de dedicar. Apesar de… tanta coisa que no final vai interessar tão pouco e que condiciona tanto o agora.

Já disse o quanto adoro ser mãe?


sinto-me: Bons momentos
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Porta Aberta por claudia às 16:58
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Segunda-feira, 21 de Março de 2011
O inferno vai estar cheio de mães com boas intenções

Ter um filho é assim a modos que vender a alma ao Diabo. A partir do milagre em gerar outra vida a partir da nossa, não há nada que não se faça por um filho.

Sem limites de humanidade. Rouba-se, mente-se, engana-se, mata-se se preciso for. Porque só aquele sorriso aberto é capaz de apaziguar a nossa alma entretanto e para todo o sempre num purgatório. Fazer feliz é a única forma de sermos também felizes.

No fundo vendemos o nosso ser em troca de outro. E somos capazes de tudo, seríamos capazes até de muito mais, se controlássemos tudo aquilo que julgamos querer controlar.

E depois venham aqui julgar ou dizer que agimos mal. Caramba, se Deus nos encarregou de um anjo vai lá culpar-nos de virar a Terra do avesso para que ele possa subir ao Céu?

Não há mãe que não peque por orgulho. Porque não há filho mais bonito que o nosso, não há criatura que mereça mais a felicidade do que ele. Não há mãe que não peque por vaidade, por egoísmo. Porque afinal o nosso coração já não nos pertence. Quando expulsámos do corpo a nossa essência, foi com ela a razão do bater do nosso coração. Numa única transfusão.

Não há sociedade que domestique o instinto de mãe ou que enfraqueça esta ligação única.

 

Talvez um dia eu venha para aqui postar sobre sapatos ou a última colecção de vestuário, talvez venha para aqui falar sobre o último corte de cabelo, o último produto de maquilhagem e eventualmente sobre a última gaffe social duma actriz qualquer. Um dia em que o centro da minha vida deixe de ser eu. Mas nesse dia vou ter muitos comentários em forma de LOLs…


sinto-me: Mãe...
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Porta Aberta por claudia às 17:42
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Sexta-feira, 4 de Março de 2011
Só faltou um bocadinho assim...

Hoje vim trabalhar apenas porque o grilo pequenino parasita na minha mente persistiu, persistiu e venceu pela persistência.

Não ligo ao Carnaval. Claro que quando miúda delirava com as fantasias, mas agora poucas são as iniciativas que, dentro do orçamento, sejam opções interessantes para brincar um pouco, sem cair na brejeirice dos homens mascarados de mulheres, dos cortejos com mulheres ao frio mascaradas de sambistas do Brasil, das ruas sujas de papeis e cartazes rasgados, das gritarias e figuras tristes do pessoal aficionado por qualquer cervejola… Claro que depois há as festas glamorosas de hotéis, o eterno Brasil, Veneza…

Mas hoje entusiasmei-me. Os meninos foram mascarados para a escolinha. O mais velho no tema para o desfile da escola, a pequenina de leoa, cheia de personalidade e em tudo a ver com ela (sim, um dia há-de ser princesinha e fada… ou talvez não).

E no rebuliço da manhã da escola, com os preparativos para o desfile, com a alegria da miudagem, com as pinturas, cores, máscaras e com aquele ambiente de festa infantil, de pura alegria e brincadeira, de expectativa… fiquei com a vontade de ir assistir ao desfile. Tanto que gostaria de estar na primeira fila, na rua, a ver o meu filhote desfilar no meio de toda aquela cor. Mais um momento irrepetível que perdi.

Ainda pensei em inversão de marcha e aproveitar a manhã… mas o lado prático e profissional venceu ao lado de mãe. E só prova que quando isto acontece nunca se fica feliz. Vim todo o caminho a remoer alguma angústia e tristeza, por estas obrigatoriedades da vida que nos fazem perder estes pequenos enormes momentos.

Devia ser obrigatório poder ser mãe sempre que quiséssemos.

 

 

Este foi o bolo que fiz para a festa da escola, ficou muito giro!


sinto-me: Mãe trabalhadora...

Porta Aberta por claudia às 17:22
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Domingo, 30 de Janeiro de 2011
A birra

Na metamorfose do crescimento há a fase infantil. Aquela em que os minúsculos já abandonaram a pele de cordeiro do bébé e testam os limites da sua recém conquistada autonomia. Surge a epidemia da birra. A birra é uma técnica de ataque poderosa e diria mesmo a primeira estratégia que alguém elabora com o fim de se atingir um objectivo a qualquer custo (mesmo em fase adulta ainda há quem recorra ingenuamente a este meio).

A birra é utilizada de forma inesperadamente inteligente: à saída de casa, à refeição, ao banho, ao vestir e ao acordar/deitar. Inteligentemente porque na maioria destas situações, a vítima parental emite alguns sinais de ansiedade associados ao tempo disponível para realizar estas actividades. Durante a semana, com toda a antecedência possível, existe o constrangimento adulto de ter que trabalhar, nomeadamente para garantir a subsistência da prole e todas as camadas desnecessárias aos olhos dos psicólogos e obrigatórias aos olhos da sociedade real. Face ao dilema da escassez de tempo conjugada com o excesso de obrigações o adulto vítima apresenta-se num estado nervoso débil e frágil. E a birra encontra o momento perfeito.

Perante uma birra, mais concretamente, uma série de birras contínuas, dizem os senhores psicólogos e pediatras (ambos com um convívio com os filhos dos outros e condicionado a umas reles horas), que os pais (esses seres egoístas, que só olham ao trabalho e desconhecem as maneiras correctas de lidar com os próprios filhos) devem manter a calma, actuar de forma coerente, estabelecer regras, rotinas e estimular a comunicação aberta, em ambiente propício à serenidade da criança. Já posso deixar de rir?

Numa casa real, numa família real, com a realidade de uma criança possuída pela arte da birra, só existe uma solução: hoje ficas tu com a criança que eu já não o posso ver, amanhã fico eu. Isto depois dos gritos, das palmadas e dos castigos da praxe. Já podemos deixar de fingir no mundo cor de rosa das crianças?

A birra está para as crianças, como o desgaste nervoso está para os pais.

Haja paciência extraordinária para conseguir ultrapassar, com sucesso, a fase das birras teimosas.

E já agora, seria uma terapia muito interessante, deixarem de aparecer apenas casais felizes e serenos, com crianças felizes e serenas a brincar, nas revistas de puericultura e na televisão. A ilusão às vezes é uma ironia muito amarga.

E agora, vou acordar os pestinhas, para a 2ª fase do dia...


sinto-me: À beira de um ataque de nervos
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Porta Aberta por claudia às 15:30
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Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
As melhores declarações de amor da semana
  1. Do marido - quase com 9 anos de casamento: "aquele abraço" depois "daquela crise"
  2. 
  3. Do filho - aos 4 anos (esta semana com febre alta, início otite e garganta inflamada, durante a noite de febre em que dormi com ele, numa das inúmeras vezes em que acordou): “festinhas para a minha mamã também à noite”, e dá aquelas festinhas (com a mão quente da febre) e adormeçe agarrado a mim...
  4. Da filhota - aos 21 meses: (depos de me pentear com o pente das bonecas, colocar as fitas e os ganchos que entendeu, de fazer o mesmo a ela) "mamã e titi 'indas" (* titi, é o nome que lhe chamamos, *lindas, em dialecto adulto), e junta as nossas caras com um daqueles risos e abraços só dela...

 


sinto-me: Loved

Porta Aberta por claudia às 15:48
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Terça-feira, 21 de Dezembro de 2010
Top 10 de factos sobre relações sem filhos vs com filhos

Há relações sem filhos e há uma espécie de relações com filhos. São duas coisas completamente distintas. Aliás são dois modos de vida completamente diferentes.

 

 

Top 10 dos factos sobre relações sem filhos vs com filhos:

  1. Quem não consegue aguentar uma relação sem filhos nunca o conseguirá fazer com filhos
  2. Uma mulher com filhos é 30% mulher e 70% mãe; um homem com filhos é 70% homem e 30% pai
  3. Imprescindível garantir que a razão de querer ter filhos é comum aos dois membros do casal
  4. Se a divisão de tarefas de forma aproximadamente igual poderia ser possível numa relação sem filhos, torna-se um mito numa relação com filhos
  5. Uma relação sem filhos é espontânea, egocêntrica, caracterizada pela liberdade, tem expectativas assumidas de muitos momentos de romance intimista e cumplicidade; uma relação com filhos é condicionada, altruísta, caracterizada por horários, tem muitos momentos de caos equilibrados com uma dose de cumplicidade única nunca esperada
  6. Numa relação sem filhos pensar em cama é pensar imediatamente em sexo; numa relação com filhos pensar em cama é pensar imediatamente numa boa noite de sono
  7. Numa relação com filhos: não existem refeições tranquilas ou casa arrumada, 90% do tempo a TV está sintonizada no Panda e 99% das fotografias são dos filhos
  8. Se as relações com sogros estavam atribuladas numa relação sem filhos, numa relação com filhos transformam-se em tempestades
  9. Numa relação sem filhos 100% do orçamento é destinado ao casal, numa relação com filhos 80% do orçamento é destinado aos filhos, 20% é destinado ao casal
  10. Uma relação sem filhos nunca é completa porque se desconhece uma das vertentes mais importantes do outro: o ser pai ou ser mãe

Nota: há coisas que só se percebem e se sentem após ter filhos.


sinto-me:

Porta Aberta por claudia às 15:22
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